| Início » Arquivos » Livros Indisponíveis » França e Francófonia |
| Postagens na categoria: 66 Mostrar postagens: 25-36 |
Páginas: « 1 2 3 4 5 6 » |
Classificar por: Nome · Visitas
Aos trinta e cinco anos é tempo de uma pessoa se retirar da vida. Pelo menos, é este o sentimento do protagonista do primeiro e até agora único romance de lonesco. Uma herança súbita permite-lhe abandonar o emprego medíocre e aborrecido a que se entreg... |
«[...] Do lado dos rendidos – tantos –, o depoimento de Jean Cocteau continua a ser dos mais belos: “Rabelais é as entranhas da França, os grandes órgãos de uma catedral cheia de esgares do diabo e do sorriso dos anjos. Só o res... |
|
|
Georges Bataille é na literatura francesa, um quase mítico autor. Heideggeriano, apreciado por Sartre, irreverente e impulsionado por conceitos que o transformaram num quase escritor secreto, legou-nos algumas obras-primas que os críticos têm vindo a c... |
|
|
Publicado pela primeira vez em 1856, na Revue de Paris, o romance de Gustave Flaubert com que iniciamos esta colecção originou imediatamente grande controvérsia. Houve quem considerasse Madame Bovary um livro escandaloso, pornográfico, e de tal modo es... |
|
|
|
|
|
|
Aos trinta e cinco anos é tempo de uma pessoa se retirar da vida. Pelo menos, é este o sentimento do protagonista do primeiro e até agora único romance de lonesco. Uma herança súbita permite-lhe abandonar o emprego medíocre e aborrecido a que se entreg...
«[...] Do lado dos rendidos – tantos –, o depoimento de Jean Cocteau continua a ser dos mais belos: “Rabelais é as entranhas da França, os grandes órgãos de uma catedral cheia de esgares do diabo e do sorriso dos anjos. Só o res...
Há livros que são para sempre. Bom Dia, Tristeza é um deles. Romance de formação, publicado no inicio dos anos 50 em França por uma menina de 19 anos, tornou-se um dos maiores best seller mundiais.
Georges Bataille é na literatura francesa, um quase mítico autor. Heideggeriano, apreciado por Sartre, irreverente e impulsionado por conceitos que o transformaram num quase escritor secreto, legou-nos algumas obras-primas que os críticos têm vindo a c...
«No panorama do romance católico, o Diário de um Pároco de Aldeia ocupa, sem dúvida, um lugar Inconfundível. Publicado em 1936, quando Georges Bernamos já tinha conquistado a notoriedade com três romances notáveis, Sous le Soleil de Satan, L'...
Publicado pela primeira vez em 1856, na Revue de Paris, o romance de Gustave Flaubert com que iniciamos esta colecção originou imediatamente grande controvérsia. Houve quem considerasse Madame Bovary um livro escandaloso, pornográfico, e de tal modo es...
Flaubert explicou um dia, numa carta a Adèle Perrot, que "Bouvard e Pécuchet" seria "uma enciclopédia da estupidez humana - verá que o sujeito é ilimitado". Mas o autor de "Madame Bovary" não chegou a terminar esta obra, p...
Georges Duroy, de alcunha Bel-Ami, é um homem jovem e de belo físico. Um encontro ocasional mostra-lhe o caminho da ascensão social. Apesar da sua vulgaridade e ignorância, consegue integrar a alta sociedade apoiando-se nas amantes e no jornalismo. Cin...
Da vastíssima e notável produção literária de Balzac, que atinge cerca de cem obras, Eugénia Grandet é dos romances que mais continuadamente se tem imposto, verdadeira obra-prima, não só pelo nítido recorte das suas personagens como pela sugestiva desc...