Quando John Steinbeck — que com um Hemingway, um John dos Passos, um Caldwell e um Faulkner forma a fileira avançada dos actuais romancistas norte-americanos mais reputados em todo o Mundo e que com aqueles escritores e ainda um Scott Fitzgerald e Thomas Wolfe foi um dos renovadores do romance contemporâneo não só norte-americano como mundial — quando John Steinbeck, digo, publicou Noite sem Lua já o seu nome se tinha universalizado e já a sua personalidade de escritor (que tantos e tão desconcertantes aspectos tem tido) estava — embora algumas pessoas não tivessem dado por isso — definida. Quem tivesse de Steinbeck formado uma ideia por aquilo que aparentemente, e só aparentemente, se pode depreender de obras como As Vinhas da Ira ou Luta Incerta, por um lado, ou de obras como Tortila Ftat e Ratos e Homens, por outro lado, talvez não estranhasse muito que Steinbeck escrevesse um romance como Noite sem Lua e lhe tivesse dado a Noruega dos anos de ocupação alemã nazi como pano-de-fundo. Pedro M. Figueiredo no prefácio
Ilustrações de Costa Pinheiro
(1942)
Editora: Ulisseia, 1955
Tradução: Pedro M. Figueiredo
Medidas: 13 x 18,5 cm
Páginas: 176
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