Mané Quim, jovem camponês da Ilha de Santo Antão, vive confrontado com um dilema - aceitar o convite do padrinho e emigrar para a Amazónia, onde o espera uma terra rica, abundante em água e de colheitas fáceis e fartas, ou ficar, com a velha mãe, labutando nas ressequidas courelas, sonhando com a água que lhes dê vida.
Chuva Braba conta a história de Mané Quim dando-nos um retrato veemente desse extraordinário povo que habita Cabo Verde, com a sua doçura, a sua pureza, o seu estoicismo, o seu apego à terra, no quadro grandioso da paisagem de Santo Antão.
Sobre Chuva Braba escreveu Vitorino Nemésio: "uma pequena obra-prima da novelística islenha".
(1956)
Editora: Caminho, 1997
Medidas: 13,5 x 21 cm
Páginas: 197
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